Epifanias: mais perto dos deuses, sinto-me tranquile – balanço as perninhas, ouço sinos, levito, sou estrela.

Aterrar: gramoterapia, sorrir, amar, sentir o vento – formas de segurar a queda do céu e adiar o fim do mundo.

Pensar: modo de indignar-se, trocar, criar, agir, transformar – fazer revoluções.

Fruir: poesia pode ser corpo, silêncio, tato, cheiro, escuta – visão no breu.

Onírico e telúrico: adentrar; diluir-se em cores, alegrias, sonhos, sons e afetos.